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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

10 MANEIRAS DE ESTIMULAR SUA INTELIGÊNCIA


Há várias maneiras de estimular e/ou exercitar nosso cérebro, maximizando assim a inteligência funcional. Use bem a lista abaixo, pois estará investindo no seu maior patrimônio, sua mente.



10. Coma peixe

Peixes oleosos são ricos em DHA, um ácido graxo Omega-3 responsável por 40% da formação das membranas celulares e podem melhorar a neurotransmissão. O DHA é necessário para o desenvolvimento do cérebro do feto e vários estudos ligaram dietas com bastante peixe à redução do declínio mental com a idade avançada. Mas antes que você morda a isca saiba que estes estudos se basearam no que as pessoas lembravam sobra as suas dietas, uma tarefa que cheia a peixe. Testes com Omega-3 em ratos não mostraram melhora nas habilidades cognitivas.

9. Beba chá

A cafeína do chá verde e preto faz o corpo pegar no tranco e afia a mente. Não é bom beber café e energéticos. Para um ganho cerebral excelente faça pausas regulares para beber chá. Doses pequenas durante o dia são melhores do que tomar uma única grande dose.

8. Sem pânico

Enquanto um leve nervosismo pode melhorar o desempenho cognitivo, períodos de estresse intenso nos transformam em neandertais. Tente controlar a sua respiração.

7. Mais devagar

Não existe o fenômeno anunciado por aí chamado de “leitura dinâmica”. Ao menos se o seu conceito de “leitura” significa compreender o texto. Estudos mostram que os leitores rápidos vão muito pior quando questionados sobre o texto. A resposta motora da retina, e o tempo que a imagem leva para ir da mácula para o tálamo e em seguida ao córtex visual para processamento, limita os olhos para cerca de 500 palavras por minuto, em eficiência máxima. O estudante universitário comum alcança,cerca da metade disto.

6. Mantenha-se afiado

Pesquisadores italianos descobriram que pessoas que tem mais de 65 anos que andam cerca de 9 km por semana em passo moderado tem 27% menos chance de desenvolver demência do que adultos sedentários. Os pesquisadores pensam que exercícios possam melhorar o fluxo sanguíneo no cérebro.

5. Pratique

Pratique os tipos de questões que aparecem nos testes de inteligência. Ao se preparar para problemas verbais, numéricos e espaciais, típicos dos exames psicrométricos, você pode melhorar o seu escore.

4. Zzzzzz

Tirar uma soneca rápida no escritório pode deixar seu chefe irritado?Informe-o que você, na verdade, merece uma promoção de acordo com os últimos resultados dos estudos sobre o sono. Um breve cochilo pode melhorar a sua memória, mesmo que dure apenas seis minutos.

3. Jogue videogame

Todo mundo que implorou por um videogame agora vai conhecer o melhor argumento para conseguir um: “Você não quer que eu tenha uma coordenação visual e motora inferior, quer?” Agora você pode falar que alguns jogos o tornam mais inteligente assim como o Brain Age, da Nintendo. Depois de esforços cuidadosos os jogadores “sentem seus cérebros rejuvenescerem”.

2. Exercícios

Estudos mostram que estudantes que praticam exercícios aeróbicos regulares ajudam a construir matéria cinza e branca no cérebros de adultos mais velhos. Em crianças o ponto alto foi o de levar a melhores performances em exames cognitivos.

1. Descubra

Aprender novas coisas pode reforçar o cérebro, especialmente se você acredita que pode aprender novas coisas. É um círculo vicioso: Quando você pensa que está tornando-se mais inteligente, você estuda mais, criando mais conexões entre os neurônios.

segunda-feira, 26 de março de 2012

A CAPACIDADE DE ACORDAR ANTES DO DESPERTADOR


Um estudo feito na Alemanha, mostra que a capacidade de antecipar, durante o sono, o momento de acordar pode estar ligada à liberação no sangue, com hora marcada, de um hormônio produzido em situações de estresse, a adrenocorticotropina e o cortisol, que são normalmente liberados em grandes quantidades no momento em que acordamos de forma espontânea.

Se o aumento do nível desses hormônios no sangue faz parte dos mecanismos que marcam o fim do sono todas as manhãs, talvez ele também possa acontecer com a hora marcada.

Para confirmar essas suposições os cientistas fizeram um experimento e chegaram a conclusão de que, o aumento da adrenocorticotropina no sangue parece facilitar o despertar espontâneo, talvez seja o aumento programado desse hormônio um hora antes do despertar que nos permita ganhar a corrida contra o despertador.

Até faz sentido esse “hormônio-despertador” ser normalmente um hormônio do estresse.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

ANSIEDADE PODE SER CAUSADA POR CÉREBRO "INSENSÍVEL"


Os ansiosos frequentemente são classificados como hipersensíveis: eles seriam pessoas mais facilmente afetadas pelos acontecimentos e que se sentem ameaçadas com mais facilidadeque as outras. Mas um estudo da Universidade de Tel Aviv sugere que o problema deles pode ser justamente o contrário: talvez eles não sejam sensíveis o suficiente.

O estudo visava entender como o cérebro processa o medo e a ameaça em indivíduos ansiosos e não ansiosos e foi publicado na revista científica Biological Psychology. Para isso, os pesquisadores Tahl Frenkel e Yair Bar-Haim mediram a atividade elétrica cerebral de 240 voluntários enquanto viam imagens que lhes provocavam medo e ansiedade. Um dos testes envolveu um conjunto de imagens que mostravam uma pessoa parecendo progressivamente mais temerosa, em uma escala de 1 a 100. Quando os participantes ficavam ansiosos, a atividade em seus neurônios aumentava e, consequentemente, a elétrica também.

O resultado surpreendeu: a resposta cerebral dos não-ansiosos foi bem mais intensa aos estímulos do que a dos ansiosos. Em outras palavras, os ansiosos, que teoricamente deveriam apresentar maior sensibilidade na percepção de ameaças, demonstraram ser fisiologicamente menos sensíveis a mudanças sutis em seu ambiente.

Para os autores do estudo, os não-ansiosos parecem ter um “sistema de alerta precoce” no subconsciente, o que lhes permite perceber com antecedência tais sinais e se preparar antes que possam reconhecer conscientemente a ameaça. Por outro lado, pessoas ansiosas podem ter um déficit nesse tipo de sensibilidade, o que faz com que tenham uma reação menor a estímulos ameaçadores sutis. Quando a ameaça fica mais clara, eles acabam sendo surpreendidos e muitas vezes reagem mais fortemente por causa disso. Assim, o que se parece com hipersensibilidade em seu comportamento é na verdade a tentativa da pessoa ansiosa decompensar um déficit na sensibilidade de sua percepção.

segunda-feira, 28 de março de 2011

TELÔMEROS

Por: Luiz Gustavo M. Figueredo 
(28/03/2011)

Talvez um leigo não tenha noção da complexidade da vida e talvez não atribua o devido tempo para seu entendimento. É um tanto curioso e fascinante, por exemplo, o papel dos telômeros e das telomerases no núcleo celular. Estas enzimas (as telomerases) estão potencialmente em atividade apenas nas células embrionárias, em células germinativas e também nas cancerosas, sintetizando as extremidades da molécula de DNA mantendo a estabilidade dos cromossomos. É disso que falo ! A complexidade destes processos que estão ocorrendo em perfeita sintonia neste momento em nosso corpo. Comece a entendê-los !

O que são os telômeros?


Os telômeros, também chamados de "relógio biológico", são estruturas relacionadas diretamente com o processo de senescência celular. Estudos indicam que os telômeros vão se "degenerando" ao longo do tempo devido à perda de nucleotídeos durante as divisões celulares. Isso ocorre durante a replicação do DNA, onde a DNA-polimerase não consegue se ligar à fita em suas regiões terminais para dar continuidade ao processo. Isso faz com que os telômeros de suas células-filhas sejam um pouco menores. Os telômeros funcionam como um protetor para os cromossomos assegurando que a informação genética (DNA) relevante seja perfeitamente copiada quando a célula se duplica.
Quando uma célula do nosso corpo se reproduz, as células-filhas herdam telômeros um pouco mais curtos. Até certo ponto, a perda de pedaços das pontas dos cromossomos não acarreta nenhum problema à célula, pois os segmentos de DNA que constituem os telômeros não possuem genes. Se as células continuarem a se reproduzir após terem perdido todo o telômero, elas passam a perder pedaços de DNA que constituem os genes; quando isso ocorre, as células formadas não sobrevivem.